Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Conceituando: Computação em nuvens

Em seu novo livro, "The Big Switch: Rewiring the World, from Edison to Google" (A grande virada: reconectando o mundo de Edison ao Google), o especialista em computadores e ex-editor executivo da Harvard Business Review, Nicholas Carr, discute as mudanças que ele prevê para o futuro da computação.

Uma das alterações mais dramáticas será a transição para o conceito de computação em nuvem - sob o qual os aplicativos e arquivos ficariam armazenados em um imenso supercomputador ou rede central e os usuários obteriam acesso aos seus arquivos usando computadores mais enxutos e menos sofisticados do que as máquinas atuais.

John Todd/Sun Microsystems/Getty Images
Nicholas Carr acredita que as gigantes da tecnologia - Google e Apple -
podem estar à beira de criar um sistema de computação em nuvem


Em 17 de outubro de 2007, Carr levou a idéia um passo adiante, em um post em seu blog na Rough Type. Ele apontou para duas das mais quentes empresas de tecnologia, Google e Apple, e afirmou que elas estão à beira de uma parceria sob a qual a Apple produziria um hardware barato que usuários poderiam carregar consigo, e que o aparelho ganharia acesso ao poder de computação das vastas centrais de processamento de dados que o Google vem construindo para hospedar aplicativos e dados para milhões de usuários.

A idéia de computação em nuvem certamente não é novidade. Larry Ellison, da Oracle, lançou a New Internet Computer (NIC), em 2000, para estimular o avanço da indústria nessa direção. O conceito é bastante simples: em sua mesa, você teria um computador de custo muito baixo, com apenas processador, teclado e monitor. Não haveria disco rígido ou drive de CD/DVD. A máquina estaria conectada à Internet e teria acesso a um supercomputador central, que hospedaria todos os seus programas e arquivos. No entanto, a idéia era prematura. As vendas da NIC foram muito baixas, provavelmente devido à escassez de banda disponível nos Estados Unidos [fonte: PCWorld (em inglês)]. A empresa fechou as portas em 2003.

Mas por volta de 2006, quase 75% dos domicílios norte-americanos dispunham de acesso doméstico em banda larga [fonte: Neilsen/NetRatings (em inglês)]. Será que uma parceria entre Google e Apple poderia tornar a computação em nuvem um fenômeno generalizado? E, caso a idéia avance, o que Apple e Google teriam a ganhar com ela? A maior questão de todas: caso um computador desse tipo seja construído, alguém vai querer usá-lo?

Primeiro antivirus na nuvem



Pesquisadores da Universidade de Michigan desenvolvem experiência bem-sucedida de antivírus baseado na internet.

A equipe usou os conceitos de computação em nuvem para criar um antivírus próprio, CloudAV, que oferece proteção a computadores com base numa fonte remota na internet.

Num documento publicado na web – “CloudAV: N-Version Antivirus in the Network Cloud” –, Jon Oberheide, Evan Cooke, Farnam Jahanian, os três pesquisadores, relatam as experiências que fizeram. Em testes comparativos feitos com 12 antivírus populares, eles concluíram que esses produtos chegam a apresentar taxas de detecção de apenas 35% e deixam o PC vulnerável por períodos de até 48 dias.

Em contraste, o documento garante que o CloudAV melhora a eficácia do antivírus e atinge o nível de 98% de detecção. Com base nesses resultados, os autores recomendam a computação em nuvem como um caminho para a próxima geração de antivírus.

Segundo Oberheide, Cooke e Jahanian, o CloudAV obtém esses resultados em parte porque analisa arquivos suspeitos usando simultaneamente múltiplos antivírus e esquemas de detecção. Na configuração atual, são usados dez motores tradicionais de detecção (Avast, AVG, BitDefender, ClamAV, F-Prot, F-Secure, Kaspersky, McAfee, Symantec e Trend Micro); e dois motores comportamentais (Norman Sandbox e CW Sandbox).

Estruturalmente, o CloudAV inclui um agente local instalado no PC (com Windows, Linux ou FreeBSD) e um serviço baseado na internet. Toda vez que um computador ou dispositivo (PDA, smartphone etc.) recebe um arquivo, este é detectado e submetido a análise na nuvem. A equipe do CloudAV planeja, no futuro, aplicar os princípios desse tipo de proteção a outras áreas, como detecção de intrusos e anti-phishing.

Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Web 2.0 por quem conhece

*** ATENDENDO A PEDIDOS, RE -PUBLICANDO***

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Hoje eu resolvi ser amigo de todo mundo e dar-lhes um curso de web 2.0 que vocês jamais teriam sem pagar muito dinheiro.Espero que gostem das informações e que avisem aos seus amigos.É só clicar sobre os links e ouvir cada informação.Bom fim de semana a todos.

Palestra 1 O internauta faz a web

Palestra 2 A nova publicidade - Os links patrocinados

Palestra 3 Mashups - O case da Coca-Cola

Palestra 4 Como colocar a sua marca no mapa da internet - O uso de SEO e SEM

Palestra 5 Second Life, o que vale a pena

Palestra 6 Os empreendedores da nova web

Palestra 7 O que Orkut e cia. podem dizer sobre sua empresa e sua marca

Palestra 8 O Google e a Web 2.0

Palestra 9 Os blogs e a sabedoria das multidões

Palestra 10 Os wikis como ferramenta de participação

Palestra 11 A tecnologia da web 2.0

Palestra 12 Os mapas nos negócios

Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

Hyper leva bluetooh para ações indoor

A mídia indoor de Belo Horizonte agora tem o reforço da tecnologia bluetooh para transmitir suas mensagens. O Grupo Hyper, por meio da franquia Yes Móbile Media, que atua em São Paulo, está apresentando o sistema ao mercado mineiro. Até o final deste mês, a empresa espera credenciar 100 estabelecimentos da capital dentre bares, restaurantes, shopping centers e faculdades. O investimento total na empreitada é de R$ 200 mil (em tecnologia e equipamentos).
Diferentemente da publicidade via mensagem SMS, a por meio do bluetooh não é invasiva, pois o sistema pergunta ao usuário se ele aceita receber o conteúdo, daí o nome permission marketing. Se a pessoa der uma resposta negativa, entra para uma lista da empresa com o nome daqueles que não querem receber as mensagens. "Além de passar imagens, som e vídeo, a mensagem via bluetooh tem a vantagem de não precisar de operadora", destaca Alexandre Branco, diretor comercial da Hyper.
O sistema funciona a partir de um Ponto de Acesso (dispositivo em uma rede sem fio que realiza a interconexão entre equipamentos) - os da empresa geram uma cobertura de 20 a 100 metros de distância -, que identifica os aparelhos conectados e envia as mensagens. A tecnologia permite analisar quantos celulares estavam ligados no momento em que a comunicação é disparada, quantas pessoas aceitaram receber a publicidade e quantas negaram.
"Outra grande vantagem desse tipo de ação é a possibilidade de a campanha se transformar num viral, já que se a comunicação for interessante para o receptor, ele poderá replicá-la para sua rede social. Tudo isso a partir do estabelecimento", destaca o diretor comercial, acrescentando que será possivel realizar ações cross mídia com a mídia indoor, já que a Hyper é a licenciada New Ad na capital mineira.
O primeiro trabalho da empresa com a ferramenta foi para a Chevrolet, no mês de maio. Antes da apresentação do cantor Emerson Nogueira no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte, o telão exibia uma mensagem indicando ao público que tinha acesso à rede, que se conectasse. Das cinco mil pessoas conectadas, 2300 aceitaram receber a mensagem (um texto institucional da montadora e um jingle).
LCD em táxi e laser na ruaEm outra frente, a empresa está ingressando nos mercados do Rio de Janeiro e Belo Horizonte com a franquia Taxinet, que comercializa espaços publicitários em monitores LCD instalados nos encostos de cabeça do passageiro em táxis que trabalham em aeroportos. Em Minas Gerais, 100 unidades que saem do Aeroporto de Confins serão equipadas com a tela e no Rio de Janeiro 300 carros que trabalham nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont receberão o apetrecho.
"Entendemos que a Taxinet é uma extensão da mídia aeroportuária. Acreditamos muito em sua força, até pela facilidade de produção e veiculação, já que é possível utilizar a mesma peça usada na TV, por exemplo. No primeiro ano pretendemos faturar R$ 800 mil", projeta Felipe Branco, diretor de marketing do Grupo Hyper. O formato de comercialização é em períodos de 15 dias e inclui quatro inserções de 30 segundos em cada corrida do táxi.
A programação do monitor é de cerca de uma hora (duração média de uma corrida do aeroporto até o centro da cidade) e é dividida em blocos de cinco minutos (dos quais três são de contéudo e dois de publicidade). Os programentes incluem informações sobre agenda cultural, notícias de política, economia, esportes, turismo e variedades. O conteúdo é fornecido por parceiros como Estadão (notícias), Universal Music (clipes) e Avesso Filmes (making off de comerciais).
Outro serviço oferecido pela empresa é o Laser Door, projeções noturnas urbanas com equipamento a laser. A primeira ação nesse sentido ocorreu em abril, com o lançamento da Vivo no estado. "É uma forma de interação urbana e uma saída para ações em locais com poucas opções de mídia exterior. O anunciante pode escolher até quatro locais por noite", conta Alexandre Branco. A Hyper já identificou 20 locais na capital mineira onde a iniciativa é possível.

Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Brasileiros mostram 1º iPhone 3G desbloqueado do mundo

Eu não gosto de copiar exatamente o texto de uma fonte, mas a info é uma revista conceituada e vale a pena abrir aspas:

"O grupo de hackers brasileiros DesbloqueioBr apresentou em um vídeo no YouTube o primeiro iPhone 3G desbloqueado do mundo. Breno MacMasi e Paulo Stool mostram o aparelho fazendo ligações com um chip da operadora TIM, além de outras funcionalidades ativadas.

Os hackers prometem dar apoio a qualquer pessoa interessada em desbloquear seu iPhone 2.0, que só deve chegar oficialmente ao Brasil no Natal."

Fonte: Info

Domingo, 13 de Julho de 2008

Web 2.0 - Os dois lados da moeda

Eu nunca quis que meu blog se tornasse uma videoteca, mas há vídeos que falam mais do que podemos dizer com muitas palavras. Dessa forma, resolvi publicar dois vídeos que vão fazê-los entender a web 2.0 e criticar nosso vício pela tecnologia. Espero poder ajudá-los e não confundí-los.



Sábado, 12 de Julho de 2008

O que e Voip?

Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Voltando onde a internet começou!!!!!!

Durante a minha jornada diária no mundo da web, dei de caras praticamente com o inicio da web.
Não acreditam ?!
Há uns dias atrás por brincadeira lembrei-me de escrever www.com e não é que abriu um site?!
Nesse site de nome bastante fácil de memorizar, é possível verificar a disponibilidade dos domínios para registo, ver as keywords mais usadas na web; mas o mais importante nem é isso, mas sim a possibilidade de registar um email todo xpto, ou seja ter um email nome@www.com. E com este email completamente exclusivo, poderão por todos os seus amigos e conhecidos a roerem-se de inveja!

Infelizmente não consegui descobrir o tamanho do email… mas o que importa isso ?! continuam a poder ter um email nome@www.com. Não é para qualquer um.
Por acaso agora é.

Qual a reação das pessoas ao seu novo email@ www.com?

Mímica também é comunicação

O que é feed RSS?